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Neste 2026, o filme brasileiro O Agente Secreto, do diretor Kléber Mendonça Filho, segue protagonizando e colecionando premiações, como a recente Globo de Ouro, categorias de melhor ator (Wagner Moura) e de melhor filme em língua não inglesa.
Como ninguém chega ao topo sozinho, o destaque de coadjuvante nos bastidores deste enredo, que projeta mundialmente o cinema nacional, vai para o trabalho das equipes da Inspetoria do Aeroporto de Recife (IRF/REC) e da Alfândega de Guarulhos (ALF/GRU). O filme foi rodado no período de junho a agosto de 2024 e teve como locações as capitais Recife e São Paulo.
Conforme contextualiza o inspetor-chefe da IRF/Aeroporto do Recife, o auditor-fiscal Jomar Marinho Rocha, em maio de 2024, a equipe da produção do filme iniciou as tratativas com a IRF/Recife para a admissão temporária (entrada/importação) dos equipamentos de filmagem, que vieram, em junho, da França.
Depois, o procedimento de saída do País (reexportação) foi feito em agosto, com os equipamentos enviados para a IRF/Guarulhos, em São Paulo. Jomar acrescenta que em outras ocasiões, a IRF/Recife já atuou no desembaraço de equipamentos similares da área cinematográfica, em outros filmes nacionais, como Bacurau, do mesmo diretor Kléber Mendonça Filho. Na avaliação de Jomar, o trabalho desenvolvido pela Aduana RFB dá fluidez ao Comércio Exterior, aproxima o contribuinte da Receita e contribui para a cultura e a arte brasileiras.
A diretora de produção do filme O Agente Secreto, Mariana Jacob, expressou, por meio de áudio, a sua gratidão às equipes da IRF/Recife e da ALF/GRU: “Conseguimos! Muito, muito obrigada, se não fossem vocês, seria impossível. Muito obrigada, de coração”.
Crédito das fotos das locações: Walli Fontenele (jornal Folha de Pernambuco)
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